Meu filho está com 9 anos, usuário do medicamento Concerta (36mg) e começou em uma nova escola - desde fevereiro/2012 (tradicional com mais de 30 anos de ensino privado). Saiu da escola que estudou dos 3 anos até os 8 com uma felicidade estampada. Incrível com uma criança transparece tal sentimento com uma mudança um tanto "triste". Passado é passado, mas não poderia deixar de citar aqui o descaso e indiferença da escola anterior perante meu filho. Pensa que eu recebi um "adeus"ou "até logo" ou "sejam felizes"? Não sou carente e corro de bajulação. Apenas contribuí financeiramente com a escola e poderia ter recebido no mínimo um "tchau".Esta instituição que passou na vida do meu filho possui um alto padrão de "clientes", digo muito cara (acima dos R$.1.000,00), e foi classificada como uma das "XX" empresas melhores de se trabalhar conforme uma revista ou sei lá quem que realizou essa enquete. Pode até ser uma das melhores empresas para se trabalhar, mas está entre as piores escolas para tratar com dignidade, amor, carinho uma criança com necessidades especias (TDAH).
O mais importante nisto tudo é que encontrei uma instituição de ensino que recebeu de braços abertos meu filho e a sua dificuldade. Gostaria de poder compartilhar isso com pais possuidores de filhos com TDAH. Se pudesse, propagaria no ar que não insitam com seus filhos em instituições que rejeitam crianças com esse distúrbio. A escola com esse perfil negativo culmina com a auto-estima da criança, além de esgotar quase que todas as esperanças dos pais. Pequei por insitir e GRAÇAS A DEUS resolvi mudá-lo de escola.
Espero ajudar de alguma forma relatando minhas experiências por aqui.
Até a próxima.
Abs,
Flávia Galvão.
VERTICAL
Verticalize seu conhecimento.
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 6 de junho de 2011
LIVROS SOBRE TDAH
Alguns livros que podem ajudar na compreensão do TDAH.
Livros Úteis
Alguns livros que podem ser úteis aos pais de crianças portadoras de Dpeficit de Atenção e Hiperatividade:
Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade: O que é? Como ajudar? - Luiz Rohde e Edyleine Benczik, Porto Alegre, Editora Artes Médicas,1999
Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade - Barkley R. Porto Alegre: Editora Artmed, 2002
Tendência à Distração - Hallowell, Edward e John J. Ratey.Rio de Janeiro, Rocco, 2000
Mentes Inquietas - Ana Beatriz Silva, Editora Gente
A Criança com Déficit de Atenção e Hiperatividade: Atualização para pais, professores e profissionais da saúde - Saul Cypel. São Paulo, Lemos Editorial, 2000
Hiperatividade: Como lidar? - Abram Topczewski. São Paulo, Casa do Psicólogo, 1999
Hiperatividade: Como desenvolver a capacidade de atenção da criança - Sam Goldstein e Michael Goldstein. Papirus Editora, 1998
Limites sem Trauma - Zagury, T. Rio de Janeiro: Record, 2001
O Comportamento Hiperativo na Infância - Braga, Ryon, Curitiba: Editora Conscientia, 1998
Transtorno de Déficit de Atenção - Schwartzman, J. São Paulo: Memnon Edições Científicas e Editora Mackenzie, 2001
A. D. D. and Romance: Finding Fulfillment in Love, Sex, & Relationships - Jonathan Scott Halverstadt. Editora: Taylor Trade Publishing, 1998
para referir:
Ballone GJ - Tratamento da Hiperatividade Infantil e Déficit de Atenção - in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2005.
Alguns livros que podem ser úteis aos pais de crianças portadoras de Dpeficit de Atenção e Hiperatividade:
Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade: O que é? Como ajudar? - Luiz Rohde e Edyleine Benczik, Porto Alegre, Editora Artes Médicas,1999
Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade - Barkley R. Porto Alegre: Editora Artmed, 2002
Tendência à Distração - Hallowell, Edward e John J. Ratey.Rio de Janeiro, Rocco, 2000
Mentes Inquietas - Ana Beatriz Silva, Editora Gente
A Criança com Déficit de Atenção e Hiperatividade: Atualização para pais, professores e profissionais da saúde - Saul Cypel. São Paulo, Lemos Editorial, 2000
Hiperatividade: Como lidar? - Abram Topczewski. São Paulo, Casa do Psicólogo, 1999
Hiperatividade: Como desenvolver a capacidade de atenção da criança - Sam Goldstein e Michael Goldstein. Papirus Editora, 1998
Limites sem Trauma - Zagury, T. Rio de Janeiro: Record, 2001
O Comportamento Hiperativo na Infância - Braga, Ryon, Curitiba: Editora Conscientia, 1998
Transtorno de Déficit de Atenção - Schwartzman, J. São Paulo: Memnon Edições Científicas e Editora Mackenzie, 2001
A. D. D. and Romance: Finding Fulfillment in Love, Sex, & Relationships - Jonathan Scott Halverstadt. Editora: Taylor Trade Publishing, 1998
para referir:
Ballone GJ - Tratamento da Hiperatividade Infantil e Déficit de Atenção - in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2005.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Cartilhas da ABDA - Associação Brasileira de Déficit de Atenção
Para àqueles que tem alguma dúvida ou gostaria de conhecer mais sobre o Transtorno de Déficit de atenção com Hiperatividade, vai aí uma dica do site da ABDA que disponibiliza para download três tipos de cartilhas sobre o assunto.
http://www.tdah.org.br/br/a-abda/cartilhas-da-abda.html
quarta-feira, 4 de maio de 2011
VERTICAL: Texto sobre déficit de atenção na Folha de São Paulo
VERTICAL: Texto sobre déficit de atenção na Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/910557-droga-para-deficit-de-atencao-tem-uso-excessivo-diz-estudo.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/910557-droga-para-deficit-de-atencao-tem-uso-excessivo-diz-estudo.shtml
segunda-feira, 21 de março de 2011
Segue o texto elaborado pelo Pediatra do meu filho. Acredito que essas palavras ajudará e acalentará os corações de alguns pais. Excelente leitura. Flávia Galvão.
A REPROVAÇÃO ESCOLAR E A APROVAÇÃO AUTOMÁTICA
FERNANDO AZEVEDO – MÉDICO PEDIATRA
Dois encontros num fim de semana me estimularam a escrever esse artigo. No sábado com um querido amigo de infância e juventude, e do basquete do Náutico. Perguntou-me: - Ainda estás trabalhando? E respondi: - Muito. –“A maior besteira que eu fiz foi não ter me formado. Há 20 anos não faço nada!” dizia-me ele com certa amargura. No dia seguinte, domingo, encontro-me com um querido Professor de matemática ainda de belo porte nos seus 89 anos, mas infelizmente confuso pelo mal do alemão. Devo a esse homem as minhas sofridas aprovações em seguidas segundas época em matemática nos colégios Osvaldo Cruz e Padre Felix, e lembro-me das palavras sinceras sempre ditas à minha mãe. –“Dona Lulinha ele não sabe nada”. E não sabendo nada ia continuando aos trancos e barrancos. O meu amigo junto com o irmão que era meu maior parceiro em molecagens infanto-juvenis e mais um primo abandonaram os estudos desestimulados pelas reprovações apesar de inteligentes e capazes. Entraram no mercado de trabalho. Eu fui de expulsão em expulsão (garanto que todas por motivos fúteis) até completar seis colégios no meu currículo, chegando ao fim do científico. Quando uma moça dizia estar namorando um filho de Dr. Rinaldo Azevedo, perguntavam logo. Qual deles? Eu sofria uma coisa terrível chamada discriminação. Entrando no terceiro ano científico, chegava a hora de decidir minha vida. MEDICINA. Risadas quando tornei pública a decisão. Tranquei-me em casa por um ano, fazendo o Curso Pernambucano pela manhã e estudando a noite no Leão XIII, excelente colégio no curso diurno, e facilitador no curso noturno repleto de adultos, comerciários etc. que queriam voltar aos estudos. Excelente proposta. Entendi que não sabia nada mesmo, mas como querer é poder obtive o sexto lugar entre os aprovados e fui o aluno laureado da turma de 1964 na Faculdade de Ciências Médicas, ganhando o Prêmio Banorte (um bom dinheiro) que gastei nas boates do Rio de Janeiro antes de entrar na Residência do Hospital dos Servidores, verdadeiro campo de concentração de trabalho e aprendizado. E se fosse reprovado no colégio como meus amigos? O aluno reprovado se desenturmava e era olhado pelos novos colegas como quase um marginal. Quando leio sobre o tema que tem sido tão discutido ultimamente por grandes estudiosos da pedagogia me decido firmemente pela aprovação automática com enorme convicção, pois entendo que cada criança ou adolescente tem seu tempo de maturação. O meu foi tardio. Ninguém é igual. Em toda coletividade existem os certinhos, orgulho familiar, e os dispersos. Hoje tenho certeza que seria enquadrado entre os TDAH e teria tomado quilos de Ritalina. Não, eu era apenas diferente e só gostava das aulas que me eram agradáveis embora nunca tenha desrespeitado um Professor que ainda hoje trato com reverência e muita estima, mas pulava a janela ou era expulso de sala. No vestibular tirei a maior nota da historia da Faculdade porque lia sem parar Botânica, Zoologia e Biologia. Tudo era agradável! Mas era terrível entender Física e Química. Música era outra coisa que me deleitava e desde os seis anos tocava piano e poderia ter sido um grande pianista não fossem os preconceitos da época, que piano era pra moça e violão pra boêmio e cachaceiro. Cantava no Clube das Pás em Campo Grande anunciado como cantor da Radio Jornal do Comércio até o dia que uma empregada doméstica do Espinheiro revelou o embuste. Acompanhei meus filhos na vida escolar e nunca vi no colégio um descobridor de talentos, só a rotina irritante de sabedorias inúteis e competitividade extrema. Criança não tem infância. Agora aprendem mandarim. Os Psiquiatras infantis aumentam sua clientela ao verem crianças sem sorriso.
Fernando Azevedo Cremepe – 1939
fj@azevedo@uol.com.br
domingo, 20 de março de 2011
Um novo artigo em breve ....
Estarei em breve publicando um excelente artigo do médico pediatra Fernando Azevedo sobre"
"A REPROVAÇÃO ESCOLAR E A APROVAÇÃO AUTOMÁTICA". Aguardem....
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